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sexta-feira, 12 de julho de 2013

OS SENTIDOS DA FORMAÇÃO HUMANA NA CIBERCULTURA: MÚLTIPLOS OLHARES DOS PESQUISADORES PARA A SUBJETIVAÇÃO DO ADULTO NA CULTURA DIGITAL

Prezados leitores,

Estive ausente por um tempo de nossas discussões aqui no blog. 
Mas esta ausência pode ser justificada uma vez que me encontrava às voltas com a produção de dissertação de Mestrado, junto ao Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE), da Faculdade de Educação (FACED), na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

Octavio Vieira Neto,  Sônia Maria Clareto, Maria Candida Moraes e Adriana Rocha Bruno 


A Defesa da Dissertação aconteceu no dia 04 de abril de 2013 e contou com a participação, na Banca de Defesa, da Drª Sônia Maria Clareto (UFJF), da Drª Maria Cândida Moraes (UCB) e Drª Adriana Rocha Bruno (UFJF) e versou sobre OS SENTIDOS DA FORMAÇÃO HUMANA NA CIBERCULTURA: MÚLTIPLOS OLHARES DOS PESQUISADORES PARA A SUBJETIVAÇÃO DO ADULTO NA CULTURA DIGITAL.

O problema que norteou esta investigação se fez por meio da questão: como os pesquisadores, que estudam sobre a cibercultura, compreendem o sentido de formação e o processo de subjetivação dos sujeitos adultos, na educação formal, em meio à cultura digital? Objetivou-se analisar a problemática da pesquisa, por meio uma análise dos enunciados dos discursos produzidos pelos sujeitos da pesquisa, a saber: pesquisadores de referência nacional e internacional nos estudos da Cibercultura e co-formadores de professores. Como instrumento de pesquisa foi utilizado a entrevista (aberta), por meio de recurso de comunicação digital (Skype) ou por meio de encontros presenciais. A Genealogia (Nietzsche) foi a abordagem metodológica utilizado nesta investigação que, articulada à Análise do Discurso (Foucault), potencializou as análises em meio às forças, convergências, divergências e atravessamentos dos dados enunciados pelos sujeitos da pesquisa. O referencial teórico foi delimitado com os filósofos que deram o suporte crítico às questões investigadas - especialmente Friedrich NIETZSCHE associado às contribuições Gilles DELEUZE e Michel FOUCAULT -  e com teóricos da Educação e da Comunicação que apontaram possíveis compreensões sobre as noções de cibercultura, formação e subjetivação (Pierre LÉVY; André LEMOS, Lucia SANTAELLA, Fernando, GONZÁLEZ REY, Maria Cândida MORAES, Edméa SANTOS, Adriana Rocha BRUNO, entre outros). Os achados sinalizaram que a cibercultura é de fato “a” cultura contemporânea e que a formação docente é imprescindível para a subjetivação social e individual na sociedade e cultura atuais. Porém, é necessário que outra perspectiva formativa seja incorporada à educação, em que as subjetividades individual e social se atravessem e se integrem, de modo a provocar a reorganização do currículo para a era digital.



Bem, espero que gostem de nossa pesquisa e para Ler mais....   

Um comentário:

  1. Parabéns Octávio por mais essa conquista! Continue sempre com esse bom trabalho. Precisamos muito de gente assim como você.
    Um abraço

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