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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Rindo um Pouco da Existência

A vida acadêmica é mesmo uma loucura!
Mas não podemos perder a ternura da vida!

Bolsista de iniciação.


Escuta as músicas que estão na moda. São os primeiro passos na vida científica. A vida é maravilhosa. Tudo é uma festa. Até a mísera bolsa de IC é uma fortuna.


Bolsista de Mestrado




Escuta música POP. Se está completamente empolgado com o que se faz, e quer ser o melhor na sua área.


Bolsista de Doutorado






Escuta Heavy Metal. O dia começa às 8 da manhã e só acaba às 10 da noite. Nada dá certo e ainda tem que lidar com resumos para congressos, relatórios, disciplinas, paper para escrever, orientar os ICs, e resolver os problemas do orientador etc, etc.

Bolsista de Pós-Doutorado




Escuta MPB. Aumento de peso por causa do estresse. Percebeu que não pode salvar o mundo, mas isso não lhe importa, porque ainda assim te continuam pagando uma bolsa. E os papers? Se sair algum, beleza, se não, tudo bem, sempre se tem oportunidade para encaixar algum review.


Professor Doutor




Escuta jazz e música clássica . O senso de humor mudou totalmente daqueles dias de iniciação. O dores de cabeça são mais frequentes e começa a esquecer as coisas que foram faladas. Se vive a base da cafeína. O melhor é que ninguém pode te criticar.


Professor Titular




Escuta vozes em sua cabeça. Esquece dos horários das reuniões, dos dias da semana, do trabalho de seus alunos...

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Livro Didático: vilão ou mocinho?

“O livro didático [...] tem sido apontado como o grande vilão do ensino no Brasil. Diante dos grandes problemas educacionais, dos Parâmetros Curriculares Nacionais e do baixo desempenho dos alunos em testes padronizados, muitos educadores apontam o livro didático como o grande obstáculo a impedir mudanças significativas nas salas de aula. Alguns chegam a afirmar que ele deve ser simplesmente retirado do alcance do professor para que as mudanças possam de fato ocorrer” (BIZZO, 1999).


Não podemos entender a afirmação de Nelio Bizzo sem a contextualizá-la com outras informações discursssivas sobre o assunto. Em pesquisa na rede sobre o tema encontrei um artigo de Bizzo que pode minimizar minha suspeita, uma vez que sua afirmação vai de encontro com aspectos pedagógicos que tem que ser relevantes na ressignificação e reinvenção da escola na sociedade de informação.
Em artigo intitulado "A autonomia da escola" (<http://www.midiamix.com.br/eb/exe/texto.asp?id=451>) Bizzo nos esclarece que “A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) trouxe um cenário surpreendente, uma mudança de paradigma na educação básica que transforma a escola de centro de transmissão de informação em laboratório de aprendizagem”.
Se compreendermos esta sua afirmação, poderemos perceber que o livro didático provoca sim um entrave na produção de conhecimentos, quando pautado na criatividade e experienciação de conhecimentos.
Não estamos aqui apontando que devemos queimar os livros didáticos em praças públicas. Mas, tão somente, devemos compreendê-lo como ferramenta de em um processo de ensino e aprendizagem, o que não tem acontecido no cotidiano da escola.
Um bom exemplo disto é o planejamento pedagógico das escolas, no início do ano letivo. A maioria (não generalizando) dos professores elegem um livro didático e fazem seu palnejamento anual, apressadamente, sem nehum critério crítico e reflexivo, para tomar o café gostoso do intervalo e ir embora para casa curtir o último dia das férias. No decorrer do ano letivo os capítulos do livro elegido sofrem uma exegese não pedagógica que tornam as aulas enfadonhas e desconectadas da realidade sócio-histórica-cultural do educando, o que torna o processo de ensino e aprendizagem ineficaz.
É por isto que tem gente ensinando, até hoje, que Pedro Alvares Cabral descobriu o Brasil ou que o Grito do Ipiranga aconteceu naquela aura militar que a iconografia de Pedro Américo demonstrou. Absurdos do anti-pedagogismo e do anti-intelectualismo do professor atual. Mas existem coisas mais bizarras, conheci uma professora que mandava ( o verbo aqui é significativo para um modelo tradicional de educação) os alunos copiarem as páginas do livro enquanto ela fumava o cigarrinho na cozinha e outra que dizia que sem o livro didático ela não seria nada.
Eu sempre tive sorte! Artes e Filosofia, como são considerados conhecimentos menores, sem utilidade e, em casos extremos, coisa de maluco,  por "intelectuais de livro didático", nunca tive livro didático. Sempre planejei com base em livros acadêmicos, conhecimentos não pedagógicos (fotografias, filmes, livros, internet, jornais, novelas, entre outros) e muita vontade de criar e invoar. Tenho quase todas as edições de livros didáticos em minha estante, mas sou criterioso e até arredio a usá-los como se fossem uma "bíblia sagrada", como bem aponta Luckesi (1994). Portanto, minha relação com o livro didático é estabelecida até o ponto em que ele tente coibir minha liberdade e expansão intelectual.
Um fator é importantíssimo na relação livro didático/educador/educando: Temos que saber usá-lo a nosso favor e não contra nós. O livro didático é uma ferramenta de trabalho e não a única. É contraditório, incompleto, atemporal, um manual de conhecimentos encadeados e manipulado. Temos que aprender a dialogar com o livro didático, explorar suas nuances, a fim de complemetá-las com toda sorte de conhecimentos a que o educador é capaz. Os livros didáticos mais atualizados são muito interessantes. Mas mesmo assim, são apenas uma das infindáveis possibilidades de interpretação da realidade e do conhecimento humano.
Talvez, Bizzo tenha razão neste sentido: será que o livro didático não estará perpetuando uma realidade escolar anti-reflexiva e anti-pedagógica? Será que o livro didático está impedindo que  novas leituras de mundo e de cultura sejam feitas na escola? Será que o livro didático está criando uma espécie de "niilismo pedagógico" em nosso tempo?
 Estas são algumas questões para pensarmos. Pois, caso contrário, estaremos fazendo da escola o oposto daquilo que preconiza suas diretrizes e a deixando de fazermos a única coisa que nos torna seres humanos: a capacidade de ressignificar, reinventar e criar novas realidades e novos mundos.


Nélio Bizzo é biólogo, com pós-graduação na área de biologia e educação. Estagiou na Inglaterra, estudou os manuscritos de Charles Darwin no Manuscripsts Room, da University of Cambridge Library, em Down House (Charles Darwin’s Memorial) e na British Library. É professor titular da USP e Fellow do Institute of Biology (Londres).

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Em Busca de Ambientes de Aprendizagens

Rubem Alves, em "Pinóquio às Avessas: uma estória sobre crianças e escolas para pais e professores", nos faz ficar enebriados com a história de Felipe que ouvindo as estporias de seu pai pode construir um mundo maravilhoso de sonhos e dos questionamentos que o levariam a fazer infinitas indagações filosóficas daquelas que os seres humanos são capazes: "Porque as coisas são como são? Como são feitas? Como funcionam? Para que servem? Por que o céu é azul e não amarelo? Onde está Deus?" E vai mais adiante: "Quem inventou as palavras? Por que é que canteiro se chama canteiro? Deveria se chamar 'planteiro'!"
Destas indagações, sua pequena e frágil mente se inflamou em outros questionamentos sem fim. Como Jostein Gaarden aponta em "O Mundo de Sofia", Felipe estava, neste momento, sobre o pelo do coelho a admirar-se e espantar-se com o mundo à sua volta, com o "admirável mundo novo" que se abriu ao seu redor com o encanto da história de pinóquio.
Mas como os sonhos e conhecimentos tem um limite, como já dizia Kant, alguns questionamentos de Felipe não poderiam ser respondidos pelo pai, que como o filho, desconhecia a ordem e a desordem do universo, as certezas e as incertezas da vida, o estável e instável da realidade. E dirá ao seu filho: Quando for à escola poderá ter as perguntas respondidas.
Mas que decepção! Sonhando com os pássaros e em ser seu "guardador", Felipe foi à escola e ao ter a primeira de perguntar sobre o lindo passarinho azul que estava na frondosa árvore fora da sala de aula recebeu a resposta da professora: "agora é hora de dígrafo e não de passarinho azul".
Ora, o que Rubem Alves já havia nos mostrado nesta fantástica obra literária é que a escola carece de ambientes de aprendizagens que possibiltem que as crinaças se espantem com a realidade, no sentido filósfico da palavra.
Neste sentido, o que temos aprendido em nosso curso do TICEF é que, mais do que ter as ferramentas colaborativas na escola, como as propiciados pelas TICs que nos oferecem possibilidades infinitas para a construção de conhecimentos, temos que ter ambientes de aprendizagens que sejam favoráveis à potencialização dos conhecimentos e culturas infantis, a fim de que os sonhos e questionamentos dos "Felipes", não sejam nassacrados por "mestres ignorantes", como aponta Jacques Ranciére, que entendem que produzir conhecimentos é apenas um processo de "depósito bancário" de conteúdos nas mentes infantis.
Para tanto, o primeiro passo é a ressignificação dos professores em educadores, pessoas capazes de admiração, espanto, sonho, vida e, sobretudo, de um espírito poiético que a faça entender que mesmo com garrafas, plantas, folhas, madeiras, revistas, jornais e, até, sofisticados softwares, o que produz os conhecimentos são os ambientes de aprendizagem,: espaços e tempos em que, como aponta Rubem Alves, o Felipe deita e sonha com uma escola em que "os professores eram pássaros que ensinavam a voar".
Ora, o segundo passo, fica óbvio: reinventar o espaço e tempo escolar, tornando-o ambiente de aprendizagen colaborativo afeito a toda possibilidade tecnológica que a Sociedade de Informação pode oferecer.
Desta maneira, os "Felipes" poderão sonhar sonhos verdadeiros e voar como os passarinhos. Toquinho e Vinícius bem sabiam disto.



 
Vejam aquarela de Toquinho

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Profissões em alta: Profissional de TI

A área de Tecnologia da Informação (TI), como o próprio nome sugere, alia a informática e a comunicação à tecnologia. Configurando como um dos setores mais promissores do mercado de trabalho, o profissional de TI precisa estar em contínua atualização, ter bom raciocínio lógico, gostar de novidades e, acima de tudo, de informática.
Para atuar na área, o candidato deve ter formação em um dos seguintes cursos: Engenharia de Computação, Ciência da Computação, Sistemas de Informação, Informática, Processamento de Dados, Tecnologia em Análise de Sistemas, Tecnologia em Banco de Dados, Tecnologia em Desenvolvimento de Sistemas, Tecnologia em Desenvolvimento Web, entre outros.
Assim, um candidato à vaga na área de Tecnologia da Informação pode optar por dois caminhos: um mais curto, formando-se em um curso de perfil tecnológico, com duração média de dois anos; ou um mais longo, com duração mínima de quatro anos, quando a opção for um dos cursos de bacharelado. Aquele que escolher por uma formação técnica terá a vantagem de entrar mais rápido no mercado de trabalho. Embora o bacharelado garanta uma formação mais consistente e a possibilidade de melhores salários, o curso corre o risco de ser teórico demais em uma área em que tudo muda de forma muito rápida. Independente da escolha seguida, o profissional deve se preocupar sempre em se reciclar e adquirir novos conhecimentos e habilidades.


Principais cargos e profissões da área


Atualmente, com a expansão do uso da internet e de suas ferramentas, poucas empresas brasileiras de médio e grande porte sobrevivem sem um setor específico de Tecnologia da Informação. O resultado de uma pesquisa realizada pelo grupo norte-americano de consultoria, o International Data Corporation (IDC), comprova este cenário: 23% das empresas brasileiras entrevistadas já estão com orçamentos aprovados para investir em TI em 2011. A porcentagem pode parecer inexpressiva, mas com este resultado, o Brasil passa a ser o nono país que mais investe no setor no mundo.
De acordo com estudos realizados pela Associação para Promoção da Excelência em Software Brasileiro (SOFTEX), atualmente, o Brasil necessita de 71 mil de profissionais de TI para atender a grande demanda do setor. Em 2013, este número pode chegar a 200 mil. A alta procura eleva o salário, que no início da carreira gira entre três a dez salários mínimos.
O mercado para este setor está tão aquecido, que a questão para um profissional de TI não é se preocupar se haverá emprego e, sim, qual caminho ele irá seguir, já que a gama de possibilidades de atuação é muito grande.

Fonte: http://www.euprofissional.com.br/2010/08/09/2-profissoes-em-alta-profissional-de-ti/

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Textos de Filosofia da Educação II e Relações Interpessoais na Educação

Olá Educandos do ISECC e do ISEMB, seguem abaixo os link para que possam fazer o download (baixar) os textos do curso de Filosofia da Educação II e Relações interpessoais na Educação, do 2º semestre de 2010.

Intruções para o Download dos textos

Clque nos links abaixo que irão lhe direcionar para o site Mandamais. Aguarde a contagem regressiva que aparecerá e clique em baixar arquivo. Em seguida abrirá uma nova janela Windows. Salve o documento em seu computador.
Para abrir os documentos (que estarão em arquivos compactados ".rar") você preisará ter no computador um programa de descompactar arquivos (Winrar, por exemplo). Ao descompactar aparecerão todos os textos do curso.






Veja o vídeo abaixo para aprender a compactar e descompactar um arquivo WinRar